Archives for category: Research & Context

Probably from wikipedia:

White noise is a random signal (or process) with a flat power spectral density. In other words, the signal contains equal power within a fixed bandwidth at any center frequency. White noise draws its name from white light in which the power spectral density of the light is distributed over the visible band in such a way that the eye’s three color receptors (cones) are approximately equally stimulated.

An infinite-bandwidth, white noise signal is purely a theoretical construction. By having power at all frequencies, the total power of such a signal is infinite and therefore impossible to generate. In practice, however, a signal can be “white” with a flat spectrum over a defined frequency band.

Noise in analog video and television is perceived as a random dot pattern which is superimposed on the picture as a result of electronic noise and radiated electromagnetic noise picked up by the receiver’s antenna—it is the “snow” which is seen with poor analog television reception or on VHS tapes.

When there is no transmission, which is to say no signal, the noise or “snow” is due mostly to thermal noise from the device itself, stray electromagnetic fields from other household electric devices, and other electromagnetic signals, all of which is interpreted as luminance signal.

Due to the algorithmic functioning of a digital television set’s electronic circuitry and the inherent quantization of its screen, the “snow” seen on digital TV is less random.[1]

UK viewers used to see “snow” on black after sign-off, instead of “bugs” on white, a purely technical artifact due to old 405-line British receivers using positive rather than the negative video modulation used in Canada, the U.S., and (currently) the UK as well.

Since one impression of the “snow” is of fast-flickering black bugs on a cool white background, in Sweden, Denmark and Hungary the phenomenon is often called Myrornas krig in Swedish, Myrekrig in Danish and “Hangyák háborúja” in Hungarian, which translate to “War of the Ants” and “Ant war”.[2]

Radio noise in radio reception is the superposition of white noise (also called “static”) and other disturbing influences on the signal, caused either by thermal noise and other electronic noise from receiver input circuits or by interference from radiated electromagnetic noise picked up by the receiver’s antenna. If no noise was picked up with radio signals, even weak transmissions could be received at virtually any distance by making a radio receiver that was sensitive enough. In practice this doesn’t work, and a point is reached where the only way to extend the range of a transmission is to increase the transmitter power.

Thermal noise can be made lower by cooling the circuits, but this is only usually worthwhile on radio telescopes. In other applications the limiting noise source depends on the frequency range in use. At low freqencies (longwave or mediumwave) and at high frequencies (shortwave), interference caused by lightning or by nearby electrical impulses in electrical switches, motors, vehicle ignition circuits, computers, and other man-made sources tends to swamp transmissions with thermal noise. These noises are often referred to as static. Atmospheric noise is radio noise caused by natural atmospheric processes, primarily lightning discharges in thunderstorms. At very high frequency and ultra high frequency these sources can still be important, but at a much lower level, such that thermal noise is usually the limiting factor. Cosmic background noise is experienced at frequencies above about 15 MHz when highly directional antennas are pointed toward the sun or to certain other regions of the sky such as the center of the Milky Way Galaxy.

Electromagnetic noise can interfere with electronic equipment in general, causing malfunction, and in recent years standards have been laid down for the levels of electromagnetic radiation that electronic equipment is permitted to radiate. These standards are aimed at ensuring what is referred to as electromagnetic compatibility, or EMC.

The title ‘White Noise’ refers to the phenomenon known as Electronic Voice Phenomena (EVP). People believe that you can hear voices of the dead in the white noise of a detuned radio and even see faces from the white noise on the television set. Michael Keaton stars in this thriller as Jonathan Rivers, a man who had just lost his wife in a freak accident. Raymond Price (Ian McNeice) meets with Jonathan and tells him that his wife Anna has contacted him from the other side. Jonathan doesn’t believe him until he hears Anna’s voice on his radio. Jonathan wants to talk to his wife, and he gets all the equipment. There is only one thing that Jonathan doesn’t know, there are also bad people on the other side. Douglas Young (the-movie-guy)

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Um grupo de cinco artistas de várias nacionalidades juntam-se no Pavilhão 28, do Hospital Júlio de Matos, para uma exposição intitulada White Garden. Esta exposição reflecte a multiplicidade e diversidade do mundo contemporâneo.

White Garden é uma tentativa para encontrar possibilidades dentro do que poderia ser descrito como um não-espaço, um lugar em que a participação social está encerrada, de forma a gerar um novo conjunto de relações sociais. Esta abordagem é também um catalisador para subverter concepções históricas, pondo em causa o espaço através da sobreposição de uma leitura alternativa à planta existente. Isto serve como modelo para os artistas reinterpretarem a função, a arquitectura e o significado socioeconómico do espaço. Através de várias aproximações à prática artística contemporânea, os artistas abrem uma perspectiva construtiva através de uma exploração crítica e analítica.

A estratégia curatorial da exposição White Garden abre e fecha portas tanto literalmente como metaforicamente, sugerindo lugares para pesquisa enquanto desafia o observador através de um processo alternativo de mapeamento e orientação.

No Pavilhão 28, um corredor linear dá acesso a uma série de espaços não lineares onde os trabalhos expostos estão em diálogo uns com os outros, explorando o contexto em tensão com o local em si.

É relevante analisar os dois elementos que compõem o título da exposição. Primeiro, Garden (Jardim). Nesta exposição, uma estrutura ordenada semelhante à de um jardim é articulada pela ideia de um espaço construído para exploração e reflecção. Segundo, White (Branco). A natureza metafórica de Tabula Rasa oferece um fundo para os trabalhos e uma página em branco que possibilita o início de uma investigação pessoal a cada artista.

Neste século que prevê constantemente mudanças significativas sem nunca as concretizar, surge White Garden que pelo contrário adopta uma estrutura ateleológica, que não procura uma conclusão. Para os artistas participantes as conclusões são vistas como contra-produtivas ou opostas a um processo de desenvolvimento contínuo. Em vez de apresentarem uma solução, os artistas “preparam o terreno”, desbravando o espaço com o futuro em mente.

É  um conceito desenvolvido pelos filósofos Deleuze e Guatari que descreve uma estrutura aberta, não hierarquica e sem centro. O RIZOMA representa um sistema horizontal em que todos os elementos têm igual importância, havendo portanto uma distribuição homogénea de poder. Todos as partes da estrutura dão um contributo equivalente tendo igual responsabilidade no aparecimento de novas forças, partilhando tanto a informação como a sustentabilidade do sistema. É descrita como uma estrutura sempre em crescimento que permite o estabelecimento de novas ligações e  troca de informação. As suas implicações extendem-se a todas as dimensões da sociedade e relacionam-se intimamente com a origem do hipertexto  e com qualquer organização em que a parte se confunde com o todo.